23.10.11

Doce Coração (#1)

É agora. Creio que finalmente chegou a altura de limitar-me a fechar os olhos e deixar-me ir pela suave brisa do vento. Apagando, talvez, todas as mágoas passadas. As feridas não cicratizadas e o passado obscuro foram borrados para assim, porém, poder escrever um final feliz.
                                                                   (Todos os dias desejamos que o mundo abrande, para que possamos respirar em paz, às vezes não é o mundo que tem que abrandar o ritmo mas sim nós.)

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