Pouco a pouco, começamos a retirar algumas das nossas muitas armaduras, máscaras e muralhas, estas que após muitos anos expostas a todos vós, que nos encobriam pelas mais variadas razões. Ao as retirar percebemos, que estas ao nos proteger também nos afastavam da realidade. Máscaras essas que não nos deixavam ser quem realmente somos, por um simples medo de errar, de magoar e ser magoado. Mais tarde aprendemos que ser falsos com nos mesmos não nos iria ajudar em nada, e assim começamos a aprender a destruir a grande muralha, que antes construíamos com muitas das nossas lágrimas e esforço e que agora pouco a pouco passamos a eliminá-la com uma grande revolta e ansiedade. Passamos de ser frios e incompreensíveis a humanos, compreensíveis e maduros. Mas essa grande muralha não nos sai da mente, ficou-nos grandes marcas umas maiores que as outras, marcas essas que agora tratamos por independência.
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